
Eduardo Almeida
Uma reunião virtual, realizada nesta quinta-feira (7), esclareceu dúvidas de diretores de centros, coordenadores de núcleos e da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (ADUNCISAL) sobre as férias coletivas adotadas pela instituição. As férias foram definidas seguindo as orientações dos decretos estaduais nº 69.529, de 18 de março de 2020, e nº 69.705, de 24 de abril de 2020.
Os decretos determinam a suspensão de todas as aulas presenciais em escolas, universidades e faculdades das redes pública e privada, além da possibilidade de concessão de férias compulsórias a critério da Administração, em virtude da pandemia de COVID-19.
Durante a reunião, a pró-reitora de Gestão de Pessoas da UNCISAL, Raquel Sarmento, informou que a medida teve como base consulta à Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão sobre o ponto que valida a frequência dos servidores da universidade. A gestora explicou ainda que a decisão foi tomada diante da situação de excepcionalidade pela qual passa o país e que buscou minimizar os prejuízos para a comunidade acadêmica, devido as dificuldades para instituir a modalidade a distância para 100% de professores e estudantes.
“Durante o mês de abril, os professores participaram de capacitação sobre educação a distância. No entanto, com base nos decretos e na orientação do governo do estado, optou-se pela adoção de férias coletivas, como acontece em outras instituições. Enviamos o processo pelo SEI [Sistema Eletrônico de Informações] no dia 4 de abril para a chefia de Gestão de Pessoas da Academia, a qual passou a informação no dia 5 de abril aos centros e núcleos, para que a informação fosse divulgada à comunidade acadêmica. Paralelo a isso, solicitamos a divulgação da informação pelos canais oficiais de comunicação da instituição”, ressaltou a pró-reitora.
A vice-reitora da UNCISAL, Ilka Soares, acrescentou que a determinação de férias coletivas apresenta exceções, conforme consta no processo encaminhado pelo SEI aos centros, núcleos e coordenações. “Os docentes que desenvolverem atividades imprescindíveis para a instituição e que não possam ser suspensas poderão entrar em acordo com a chefia imediata e agendar as férias para o período mais adequado”, pontuou.
Ilka Soares destacou que os procedimentos adotados buscam minimizar os prejuízos para a comunidade acadêmica. “Nós temos discutidos diversos cenários, com a participação direta dos professores que compõem os centros, que, por sua vez, fazem as comunicações aos professores”, concluiu.
Na oportunidade, os participantes puderam fazer questionamentos sobre situações específicas e sanar dúvidas com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e com a Coordenação Jurídica.
