O evento “objetivou a desconstrução de preconceitos e se caracterizou como um espaço propício para o desenvolvimento da empatia, como forma de promover a efetivação de direitos básicos dessa população, como por exemplo, o direito à saúde”, comentou o estudante de fisioterapia e integrante da comissão organizadora, Erivaldo Lima.
A programação contou com palestras e mesas de discussão abordando Práticas homofóbicas no Brasil, Entendendo sexo biológico, Identidade de gênero e orientação sexual, Políticas de Saúde LGBTT: os desafios da formação para a efetivação da equidade e integralidade entre outros temas.
O evento que foi uma iniciativa do Coletivo BEE e DCE Nise da Silveira contou com a presença de estudantes e profissionais da Ufal, Unit, Ifal e Uncisal.
