
Eduardo Almeida
No ano em que completa meio século de fundação, a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) inicia um processo que visa avaliar a qualidade do ensino superior na instituição. Uma reunião realizada nesta quarta-feira (17), no prédio-sede, deu o pontapé inicial aos trabalhos que devem resultar no recredenciamento da universidade.
Segundo a assessora técnica Maiza Gomes Brandão Kullok, o processo de recredenciamento acontece de forma periódica em todas as instituições de ensino superior do país e, este ano, conta com novas regras. As mudanças foram estabelecidas por meio do Decreto 9.235, que foi publicado pelo presidente Michel Temer em 15 de dezembro do ano passado.
“Este é um processo comum para avaliar a qualidade das universidades, que necessita da participação de toda a comunidade acadêmica. Nossa primeira reunião teve como proposta apresentar as alterações nas normas para o grupo que vai liderar os trabalhos. Em seguida, nos reuniremos como os diretores de centros e coordenadores de núcleos e de cursos”, explica.

A vice-reitora da Uncisal, professora Ilka Soares, destaca a importância do processo para a instituição. “Este é processo que mantém o status de universidade. Logo, é necessário que toda a comunidade acadêmica se engaje nas ações que serão desenvolvidas pela Uncisal. Nós contamos com a participação de professores, técnicos e estudantes”.
De acordo com ela, o plano de ação traçado pelo grupo gestor terá início em fevereiro. “Nós reunimos os integrantes das pró-reitorias de Ensino, de Pesquisa e de Extensão e vamos nos reunir com os diretores de centros e coordenadores de núcleos e cursos para que, logo no início do mês, possamos executar o nosso planejamento”, explicou a vice-reitora.
Assim como Maiza Kullok, Ilka Soares acrescenta que o processo de recredenciamento é algo comum a instituições de ensino superior no Brasil. “Não motivos para preocupação, mas será necessário arregaçar as mangas e trabalhar para elevar o nome da nossa universidade. É bom para a instituição e é bom para os alunos. Por isso, contamos com o engajamento da comunidade acadêmica”, conclui a gestora.
