
Eduardo Almeida
Como forma de assegurar a participação de todos os seus professores e estudantes em eventos virtuais, a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) tem discutido estratégias de acessibilidade. Durante uma reunião realizada nessa quinta-feira (30), a Supervisão de Tecnologia da Informação (Sutin) da universidade apresentou as possibilidades para atender à demanda.
Na oportunidade, a vice-reitora da Uncisal, Ilka do Amaral Soares; a professora Liliane Dizeu, com experência na área de audiologia educacional e em língua de sinais; e o coordenador do Sutin, Ziraldo Cardoso, ouviram as sugestões da professora Juliana Mafra, que é surda e integra o quadro efetivo da Uncisal. A professora discutiu formas eficientes de participação em eventos e contará com a colaboração da intérprete Deyseele Magalhães para interagir com os demais participantes.
A Uncisal conta com uma intérprete, que auxilia a professora Juliana Mafra em suas atividades. No entanto, com o novo coronavírus e os desafios impostos pela pandemia, um novo fluxo precisou ser criado para integrar a docente.
“Nossa orientação é garantir acessibilidade a todos os professores e estudantes. Estamos trabalhando para que isso aconteça. Nós contamos com uma intérprete e temos interesse na qualificação e na integração de todos os nossos docentes. Logo, passamos a discutir a melhor forma de materializar nossa intenção. Por isso, pedimos a participação do supervisor do Sutin”, destacou o reitor Henrique de Oliveira Costa.
A vice-reitora da Uncisal, Ilka do Amaral Soares, acrescentou que a Reitoria tem buscado, desde o início da pandemia, solucionar desafios que se apresentam. “Somos surpreendidos com novos desafios a cada dia. Nosso papel tem sido encontrar uma solução para estes problemas. Nem sempre é possível solucionar no tempo que gostaríamos, mas temos nos esforçado. A acessibilidade para a professora Juliana Mafra é um exemplo. Resolvemos esta questão”, concluiu.
