
Eduardo Almeida
A Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) promoveu dois grandes eventos virtuais ao longo desta semana: o Pint of Science Maceió e o Webnário Tecnologia e Informação. Para assegurar a inclusão dos participantes, os eventos contaram com o apoio de intérpretes de libras, que faziam a interpretação simultânea das atividades para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
A acessibilidade a surdos tem sido uma preocupação da universidade. O tema já havia sido discutido anteriormente, em reunião realizada no dia 31 de julho, com a participação da vice-reitora da Uncisal, Ilka Soares; da professora Liliane Dizeu, com experência na em língua de sinais; do coordenador da Supervisão de Tecnologia da Informação, Ziraldo Cardoso; e da professora Juliana Mafra, que é surda.
Na oportunidade, o grupo discutiu estratégias para assegurar acessibilidade. Com o novo coronavírus e os desafios impostos pela pandemia, um novo fluxo precisou ser criado para integrar a docente. Além da participação em eventos, o portal institucional da Uncisal dispõe de aplicativo que garante a interpretação para Libras.
Para os eventos realizados esta semana, foram utilizados softwares que permitiram a atuação simultânea de oradores e de intérpretes. Os eventos, realizados pelas pró-reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação e de Ensino e Graduação, contaram com o apoio da Supervisão de Tecnologia da Informação.
De acordo com a vice-reitora da Uncisal, professora Ilka Soares, que é fonoaudióloga, a integração de toda a comunidade acadêmica é um pilar central da gestão. “A Reitoria tem buscado, desde o início da pandemia, solucionar os desafios que se apresentam à Uncisal. A acessibilidade foi um desses desafios e nós nos dedicamos com muito afinco a solucionar esta questão”, destacou a vice-reitora.
