
Eduardo Almeida
Com a proposta de difundir ações extensionistas, a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) realizou, nesta terça-feira (26), no Mini Auditório Emil Burihan, o II Encontro de Coordenadores de Projetos de Extensão. A iniciativa reuniu professores que desenvolvem extensão na Uncisal e interessados em entender mais sobre a temática.
De acordo com Margareth Tavares, pró-reitora de Extensão da universidade, o evento busca aproximar a temática da academia. “Com a curricularização da extensão, processo orientado pelo MEC [Ministério da Educação], faz-se necessário compreender o que é extensão, quem pode participar e de que forma elaborar um projeto dentro da universidade”, explicou.
A pró-reitora destaca que, atualmente, a Uncisal conta com 35 projetos de extensão ativos. Para disciplinar a criação dessas iniciativas, a Pró-Reitoria de Extensão (Proex) elaborou um edital, estabelecendo critérios para criação de projetos. Está em fase de elaboração um segundo edital, que deve ser lançado ainda no ano de 2023 - embora sem data definida.
“Nosso primeiro edital para cadastro de projetos foi publicado em fevereiro deste ano. A ideia dele é definir um fluxo para a criação de projetos. Para isso, precisamos que os nossos professores e estudantes entendam como formatar essas iniciativas. Realizamos o primeiro encontro e hoje estamos desenvolvendo mais uma etapa”, acrescenta Margareth Tavares.
Conforme Alessandro Omena, supervisor de Relações Comunitárias da Proex, além de difundir informações sobre a elaboração de projetos, o II Encontro de Coordenadores de Projetos de Extensão vai possibilitar o aprimoramento dos produtos de extensão, como o desenvolvimento das atividades e os produtos resultantes dessas ações extensionistas.
“Vamos buscar sanar dúvidas dos coordenadores e professores sobre fluxos, desde o cadastro do projeto de extensão até a finalização, com o relatório, e a consequente emissão da certificação. A ideia é capacitar os envolvidos para aprimorar a qualidade das ações extensionistas desenvolvidas na Uncisal”, conclui Alessandro Omena.
