
Em meio a ameaça de desmonte da Saúde Mental em nível nacional, a experiência com o Teatro do Oprimido na Saúde Mental em Maceió, narrada pela terapeuta ocupacional Claudete do Amaral Lins na Dissertação de Mestrado Afetos e novidades aparecidas em um percurso de teatro do oprimido na saúde mental, recebe o reconhecimento através do Prêmio Cidadania Cultural Nô Pedrosa da Fundação Municipal de Ação Cultura - FMAC, sendo este a efetivação da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.
A equipe agradeceu a todos os envolvidos no trabalho realizado pelo CAPS Casa Verde/UNCISAL e o Laboratório Alagoano de Teatro do Oprimido - LATO, com o Projeto TO na Saúde Mental em Maceió. “Agradecemos à Professora Doutora Deise Juliana Francisco e ao Programa Círculos Comunitários de Ações Extensionistas - ProCCAext por acreditar e apoiar este projeto. Foram muitas pessoas e parceiras/os, gratidão especial aos protagonistas dessa experiência, os participantes com sofrimento psíquico”, texto divulgado no instagram @to_nasaudemental
